Amigos e colaboradores, informo que farei as postagens do blog semanalmente, pois como estamos em uma época de poucas informações vou restringir um pouco.
Estou pensando em colocar mais notícias (comentadas claro) sobre política para apimentar nossas discussões, o que acham?
abraços,
Clóvis Furlanetto
quinta-feira, 25 de novembro de 2010
terça-feira, 16 de novembro de 2010
Mais um caso de eleitor...
...e desta vez é aquele tipo tímido ou com medo dos mesários.
Explico: em uma eleição anterior um eleitor se dirigiu até a urna conforme a orientação dos mesários. Ao chegar ficou olhando por cima da cabine de votação várias vezes, tipo uma daquelas toupeiras em seu buraco colocando apenas a cabeça para fora (entendam que não estou denegrindo ninguém, mas apenas ilustrando).
Nós, mesários de plantão, ficamos sem entender o que aconteceu, ou ele estava com dúvidas ou não queria que ninguém soubesse de seu voto (impossível, apenas se conseguir enxergar em curva...hahahaha).
Logo em seguida saiu e tchau!!! Vai entender.
Abraços,
Clóvis Furlanetto
Explico: em uma eleição anterior um eleitor se dirigiu até a urna conforme a orientação dos mesários. Ao chegar ficou olhando por cima da cabine de votação várias vezes, tipo uma daquelas toupeiras em seu buraco colocando apenas a cabeça para fora (entendam que não estou denegrindo ninguém, mas apenas ilustrando).
Nós, mesários de plantão, ficamos sem entender o que aconteceu, ou ele estava com dúvidas ou não queria que ninguém soubesse de seu voto (impossível, apenas se conseguir enxergar em curva...hahahaha).
Logo em seguida saiu e tchau!!! Vai entender.
Abraços,
Clóvis Furlanetto
sexta-feira, 12 de novembro de 2010
Crianças devem votar?
Uma questão interessante é sobre crianças poderem entrar na cabine de votação com os pais ou não.
A justiça eleitoral sempre orienta os mesários para que não permita a entrada e permanência de meninos e meninas junto com seus familiares para votar. O que considero absurdo, pois uma criança de seus 7 anos vai fazer boca de urna? Claro que não, já foi dito em reunião de mesários que se alguém fosse com uma criança de colo o nosso distinto mesário deveria segurar a criança até o final da votação do respectivo pai. Uau, já pensaram? Segura a criança com uma mão e digita o título eleitoral com a outra, ou destaca o comprovante segurando a régua com a boca, sensacional as orientações determinadas por pessoas que não trabalham em uma área eleitora.
Por isso sou a favor de crianças aocmpanharem os pais na hora do voto, assim elas poderão começar a participar e aprender como funciona nossos sistema democrático.
Abraços,
Clóvis Furlanetto
A justiça eleitoral sempre orienta os mesários para que não permita a entrada e permanência de meninos e meninas junto com seus familiares para votar. O que considero absurdo, pois uma criança de seus 7 anos vai fazer boca de urna? Claro que não, já foi dito em reunião de mesários que se alguém fosse com uma criança de colo o nosso distinto mesário deveria segurar a criança até o final da votação do respectivo pai. Uau, já pensaram? Segura a criança com uma mão e digita o título eleitoral com a outra, ou destaca o comprovante segurando a régua com a boca, sensacional as orientações determinadas por pessoas que não trabalham em uma área eleitora.
Por isso sou a favor de crianças aocmpanharem os pais na hora do voto, assim elas poderão começar a participar e aprender como funciona nossos sistema democrático.
Abraços,
Clóvis Furlanetto
segunda-feira, 8 de novembro de 2010
Fiquem calmos...
...peço desculpas, mas por motivos de trabalho estarei impossibilitado de atualizar o blog nesses próximos 3 dias.
Volto em breve e agradeço a compreensão de todos.
abraços,
Clóvis Furlanetto
Volto em breve e agradeço a compreensão de todos.
abraços,
Clóvis Furlanetto
quarta-feira, 3 de novembro de 2010
Eu ainda não acredito...
...mas foi verdade, hoje vou comentar dois casos que ocorreram no último dia 31/10, data do 2º turno das eleições.
O primeiro caso ouvi no rádio: antes de uma determinada escola abrir para a votação, não sei como, uma eleitora antes das 8h agrediu um mesário com um chinelo (havainas?), pois o mesmo não queria que ela exercesse seu direito ao voto (peraí, o horário não havia começado).
O segundo fato foi uma pessoa querida e especial que eu amo muito que me relatou (não revelarei nomes no blog para preservar a segurança dos mesários) que na sala ao lado da dela, uma mesária foi ofendida verbalmente e moralmente por um eleitor.
A história foi mais ou menos assim: o eleitor chegou dizendo que não iria votar, a mesária então indicou as opções - anular o voto, votar em branco ou justificar - (claro que essas opções estão previstas em todo lugar e ela não disse como ele deveria proceder, apenas ilustrou o que poderia optar caso mantivesse essa linha de ideia), o eleitor disse que não faria nada e ponto. Ela preocupada ainda tentou argumentar que o homem/rapaz (não sei a idade) deveria procurar então o representante do TSE da escola. Além de não ir o eleitor chamou a mesária de burra e ofendeu o restante da mesa. Ao final a pessoa do Tribunal Eleitoral apareceu na sala e acalmou os ânimos com muito custo.
Fica uma informação que poucos sabem: os mesários tem poder de polícia e conforme for a gravidade da ofensa ou ato tem o dever e obrigação de chamar o policial de plantão na escola para efetuar a retirada ou mesmo a prisão da pessoa que causou o incidente, sempre tomando o cuidado de ter as devidas testemunhas do ato.
O problema de impunidade em nosso país é exatamente a falta de atitude, devemos exercer nosso direito a manter a ética e respeito que é o mínimo exigido para uma sociedade honrada.
Abraços,
Clóvis Furlanetto
O primeiro caso ouvi no rádio: antes de uma determinada escola abrir para a votação, não sei como, uma eleitora antes das 8h agrediu um mesário com um chinelo (havainas?), pois o mesmo não queria que ela exercesse seu direito ao voto (peraí, o horário não havia começado).
O segundo fato foi uma pessoa querida e especial que eu amo muito que me relatou (não revelarei nomes no blog para preservar a segurança dos mesários) que na sala ao lado da dela, uma mesária foi ofendida verbalmente e moralmente por um eleitor.
A história foi mais ou menos assim: o eleitor chegou dizendo que não iria votar, a mesária então indicou as opções - anular o voto, votar em branco ou justificar - (claro que essas opções estão previstas em todo lugar e ela não disse como ele deveria proceder, apenas ilustrou o que poderia optar caso mantivesse essa linha de ideia), o eleitor disse que não faria nada e ponto. Ela preocupada ainda tentou argumentar que o homem/rapaz (não sei a idade) deveria procurar então o representante do TSE da escola. Além de não ir o eleitor chamou a mesária de burra e ofendeu o restante da mesa. Ao final a pessoa do Tribunal Eleitoral apareceu na sala e acalmou os ânimos com muito custo.
Fica uma informação que poucos sabem: os mesários tem poder de polícia e conforme for a gravidade da ofensa ou ato tem o dever e obrigação de chamar o policial de plantão na escola para efetuar a retirada ou mesmo a prisão da pessoa que causou o incidente, sempre tomando o cuidado de ter as devidas testemunhas do ato.
O problema de impunidade em nosso país é exatamente a falta de atitude, devemos exercer nosso direito a manter a ética e respeito que é o mínimo exigido para uma sociedade honrada.
Abraços,
Clóvis Furlanetto
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