...mas foi verdade, hoje vou comentar dois casos que ocorreram no último dia 31/10, data do 2º turno das eleições.
O primeiro caso ouvi no rádio: antes de uma determinada escola abrir para a votação, não sei como, uma eleitora antes das 8h agrediu um mesário com um chinelo (havainas?), pois o mesmo não queria que ela exercesse seu direito ao voto (peraí, o horário não havia começado).
O segundo fato foi uma pessoa querida e especial que eu amo muito que me relatou (não revelarei nomes no blog para preservar a segurança dos mesários) que na sala ao lado da dela, uma mesária foi ofendida verbalmente e moralmente por um eleitor.
A história foi mais ou menos assim: o eleitor chegou dizendo que não iria votar, a mesária então indicou as opções - anular o voto, votar em branco ou justificar - (claro que essas opções estão previstas em todo lugar e ela não disse como ele deveria proceder, apenas ilustrou o que poderia optar caso mantivesse essa linha de ideia), o eleitor disse que não faria nada e ponto. Ela preocupada ainda tentou argumentar que o homem/rapaz (não sei a idade) deveria procurar então o representante do TSE da escola. Além de não ir o eleitor chamou a mesária de burra e ofendeu o restante da mesa. Ao final a pessoa do Tribunal Eleitoral apareceu na sala e acalmou os ânimos com muito custo.
Fica uma informação que poucos sabem: os mesários tem poder de polícia e conforme for a gravidade da ofensa ou ato tem o dever e obrigação de chamar o policial de plantão na escola para efetuar a retirada ou mesmo a prisão da pessoa que causou o incidente, sempre tomando o cuidado de ter as devidas testemunhas do ato.
O problema de impunidade em nosso país é exatamente a falta de atitude, devemos exercer nosso direito a manter a ética e respeito que é o mínimo exigido para uma sociedade honrada.
Abraços,
Clóvis Furlanetto
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